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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Vulcões ajudaram
dinossauros a dominar a Terra
Um estudo de investigadores dos EUA e de Taiwan apontou que muitas actividades
vulcânicas há cerca de 200 milhões de anos permitiram que os dinossauros se
tornassem os seres dominantes na Terra.
Os dinossauros foram os vertebrados terrestres dominantes por mais de 135
milhões de anos.
Se por um lado é amplamente aceite que um asteróide teria causado a sua
extinção, não há consenso sobre os factores que permitiram a sua ascensão.
Segundo o estudo publicado na revista académica americana Proceedings of the
National Academy of Sciences (PNAS), um período de 600 mil anos de constantes
erupções vulcânicas alterou o clima, causando a extinção em massa dos
principais competidores dos dinossauros e abrindo o caminho para a sua
hegemonia.
Essa revolução climática ocorreu há 200 milhões de anos, no final do período
Triássico.
Até então, grande parte dos continentes terrestres estava unida, formando o
continente conhecido como Pangeia. Mas, quando a América do Norte e a África
começaram a separar-se, a Terra passou a enfrentar esse período de 600 mil anos
de erupções vulcânicas.
Nessa fase de actividade dos vulcões, 50% dos animais de quatro patas, 50% das
plantas terrestres e 20% das famílias marinhas foram extintas.
Os cientistas relacionaram a ascensão dos dinossauros a esse período de
extinção em massa na Terra com base em estudos de plantas e animais
fossilizados que datam dessa era vulcânica.
A análise desse material indicou que os níveis de gases de efeito estufa no
planeta aumentaram conforme as erupções dos vulcões cresciam, causando
alterações climáticas extraordinárias. Ao mesmo tempo, os registos de pegadas
de répteis como os dinossauros aumentavam.
«Verificamos que esses eventos são sincronizados», disse a paleobióloga Jessica
Whiteside à BBC.
A líder da pesquisa explica que não está claro por que os dinossauros
sobreviveram a essa fase de extinção, mas acredita que pode ter sido por sorte.
«(Os dinossauros) tiveram a sorte de estar involuntariamente adaptados para
sobreviver a essa catástrofe climática», explicou Whiteside.
O que o estudo aponta é que as erupções em massa e as consequentes alterações
climáticas eliminaram muitos dos rivais dos dinossauros, incluindo os animais
do grupo Crurotarsi.
Durante o período Triássico, esses animais, que seriam os antepassados dos
crocodilos, disputavam com os dinossauros o domínio do ambiente terrestre.
Diário digital
23.03.2010
Dinossauros foram
extintos de uma vez só?
Um estudo com fósseis de
dinossauro encontrados nas montanhas dos Pirinéus, uma cordilheira localizada
na fronteira entre Espanha e França, reforça a hipótese de que a extinção
desses animais não foi gradual, mas repentina, como consequência do impacto de
um asteróide que caiu na Terra.
O estudo indica que os
saurópodes - dinossauros herbívoros de pescoço e cauda longos e andar
quadrúpede - que viveram no final do Cretáceo na Europa mantiveram a sua
diversidade até à extinção, há cerca de 65 milhões de anos, ao contrário das
teorias gradualistas.
O trabalho de pesquisa,
realizado por especialistas espanhóis da Universidade de Zaragoza e da
Universidade Autónoma de Barcelona, junto com especialistas franceses e
italianos, reforça a hipótese de que a extinção dos dinossauros pode ter sido
brusca e repentina devido ao impacto de um asteróide na Terra e ao desajuste
ambiental causado pelo evento.
Os pesquisadores,
dirigidos por Bernat Vila, da Universidade de Zaragoza e do ICP, estudaram os ossos
de um fémur encontrados em jazidas dos Pirineus e no sul e sudeste da França,
áreas que no final do Cretáceo faziam parte da chamada Ilha Ibero-Armoricana,
um antigo arquipélago que existiu no sul da Europa, assinalaram as fontes.
Os autores destacam que a
extinção dos dinossauros é um dos factos mais relevantes da história da vida na
Terra ao relacionar-se com o impacto de um grande objecto extraterrestre.
No entanto, apontam, há
poucos lugares no mundo com um registo fóssil de dinossauros que coincide com o
limite do Cretáceo.
A maior parte da
informação registada até à actualidade baseava-se no abundante e bem conhecido
registo fóssil de dinossauros do oeste da América do Norte, enquanto o que
tinha acontecido no resto do planeta era bastante desconhecido.
No trabalho, faz-se pela
primeira vez um estudo exaustivo dos fósseis de dinossauros saurópodes da
Europa nos últimos milhões de anos do Cretáceo.
Nesse sentido, o artigo,
publicado na revista Paleo 3, demonstra que os Pirineus constituem um lugar
ideal para responder se o impacto do asteróide foi a causa da extinção dos
dinossauros ou não.
Diário Digital
31.07.2012
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Trilobite “gigante” encontrada
em Mação
Uma nova espécie de trilobites foi encontrada em Chão de
Lopes, Mação, uma descoberta científica de relevância internacional com 445
milhões de anos, anunciou um dos responsáveis pelo achado paleontológico.
Em declarações à Agência Lusa, Artur Sá, do Departamento de
Geologia da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) não escondeu a
sua euforia ao revelar a descoberta de uma “espécie nova” de trilobites – “uma trilobite gigante para este género da espécie panderiae” -,
com um tamanho “cinco vezes
superior às até hoje conhecidas cientificamente” a nível mundial.
“Apesar dos seus cinco centímetros,
esta é uma espécie gigante para este género de trilobites, que são
milimétricas, quando muito atingem o centímetro”, e assegurado pela equipa
que coordenou o achado a “um
nível fossilífero único” na Península Ibérica.
Fonte: http://www.cienciahoje.pt
Pompeia, á cidade perdida
Pompeia, uma cidade romana, situada próxima ao vulcão Vesúvio ,no ano de
79, este vulcão entrou em erupção violenta, provocando a destruição total e
quase toda a sua população morreu soterrada.
No final do século XVIII, a cidade foi redescoberta por um agricultor que,
ao trabalhar na região, localizou um muro da cidade. Nos dois séculos
seguintes, a cidade foi escavada por arqueólogos, que descobriram casas,
prédios públicos, aquedutos (sistema de condução de água), teatros, termas, lojas
e outras construções foram encontrados. Os arqueólogos acharam também objectos
e afrescos (pinturas em paredes) que revelaram importantes aspectos do
quotidiano de uma cidade típica do Império Romano.
Porém, o que mais me impressionou foi ver em exposição, os corpos
petrificados, em posição de protecção, que foram atingidos pelas lavas
vulcânicas.
Atualmente, as ruínas do sitio
arqueológico de Pompéia são visitadas por milhares de turistas do todo mundo.segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Parque da Bolívia tem maior biodiversidade do mundo
Parque Nacional Madidi possui 11% das espécies de pássaros do mundo, 200 espécies de mamíferos, quase 300 tipos de peixes e 12 mil variedades de plantas.
Cotinga
Jaguar
Uma reserva florestal no noroeste da Bolívia é o local com maior biodiversidade do planeta, segundo levantamento feito pela entidade internacional de preservação Wildlife Conservation Society (WCS), sediada nos Estados Unidos.
Segundo compilação de dados da WCS, o Parque Nacional Madidi possui 11% das espécies de pássaros do mundo, 200 espécies de mamíferos, quase 300 tipos de peixes e 12 mil variedades de plantas.
Em seu território de 19 mil quilômetros quadrados, o parque abrange desde florestas tropicais da Amazônia a picos congelados dos Andes. O levantamento é resultado de dados coletados por mais de 40 cientistas de diversas entidades que trabalharam no parque por 15 anos.
Os cientistas concluem que apenas 11 países no mundo possuem maior número de espécies de pássaro do que Madidi. No total, são 1,1 mil espécies diferentes no parque boliviano. Os Estados Unidos têm, em todo o seu país, 900 espécies de pássaros.
O parque nacional boliviano é um dos maiores destinos turísticos do país, e faz parte de um complexo maior de conservação chamado Madidi-Tambopata.
Fonte: Msn.Verde.
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