quarta-feira, 9 de janeiro de 2013


Asteróide com 275 metros passa «junto» à Terra 

 Um asteróide com 275 metros de largura passará perto da Terra esta quarta-feira, mas os cientistas garantem não existir o perigo de uma colisão. 

O asteróide Apophis poderá, contudo, colidir com o nosso planeta em 2036, embora as probabilidades sejam baixas.

O Apophis, baptizado com o nome de um demónio da mitologia egípcia, passará a cerca de 14,5 milhões de quilómetros da Terra este ano. 

Em 2029, no entanto, o asteróide deverá passar a apenas cerca de 30 mil quilómetros do nosso planeta, ou seja, dentro da órbita dos satélites de comunicações. 

Os actuais modelos prevêem uma pequena hipótese do Apophis colidir com a Terra em 2036. 

Quando foi descoberto, em 2004, os cientistas estimaram uma assustadora probabilidade de 1/45 de uma colisão em 2029. Mais tarde, com novas observações, as probabilidades foram revistas e essa possibilidade afastada para 2029, embora exista uma possibilidade, diminuta, é certo, de que se registe um impacto em 2036. 

Os cientistas da Agência Espacial dos EUA (NASA) estimam que se o Apophis embatesse na Terra geraria uma explosão equivalente a mais de 500 megatoneladas de TNT. Por comparação, a bomba de hidrogénio mais potente alguma vez detonada libertou 57 megatoneladas. 


Diário Digital
08.01.2013


A MINHA REFLEXÂO:
Acabei de ler e descobrir esta estupenda noticia e resolvi publicar-la. Esta aborda do asteróide Apophis que se encontra a uma distancia de 14.5 milhões de km do nosso planeta. Os cientistas garantem que não ira colidir com a Terra, mas em 2036 existe uma probabilidade do asteróide chocar pois a distancia que ele se encontrar será bastante menor do que no dia de hoje.

.RM.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013


Hoje, na minha aula de geologia introduzimos o tema o Vulcanismo. Vou Fazer um resumo da formação  de uma Caldeira para que te possa ajudar no teu estudo, como tambem me irá ajudar no meu.

Formação de uma Caldeira

Na parte superior dos vulcões ocorrem depressões com dimensões maiores do que as dimensões das crateras e que correspondem ao abatimento da parte central do vulcão, após fortes erupções em que grande quantidade de magma e piroclastos são rapidamente expelidos, ficando assim a câmara magmática vazia. Chamamos a isto Caldeiras.

Etapas de formação de uma caldeira:

1ª - Durante a erupção vulcânica a câmara magmática liberta o material que sai para o exterior, ficando a câmara magmática vazia.

2ª e 3º - Com a saída do magma para o exterior, o cone vulcânico fica sem suporte e colapsa, ou seja, cai. Isto acontece uma vez que não existe um suporte inferior.

4ª - Com a acumulação de água nesses locais, origina-se uma lagoa. 

Para sintetizar o meu resumo aqui esta uma animação sobre as caldeiras:


Rui Magalhães




quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Alterações climáticas roubam meio metro de costa ao Árctico todos os anos

As placas de gelo no mar que protegiam a costa do Árctico da erosão estão a desaparecer, deixando o litoral exposto à força das ondas. Todos os anos, é “roubado”, em média, meio metro de litoral, concluíram mais de 30 cientistas de dez países que foram ver o que está a acontecer em cem mil quilómetros.
Cientista perto de uma zona costeira
exposta à erosão na ilha Herschel, Canadá
O recuo da linha costeira no Árctico é particularmente impressionante no Mar de Laptev e no Este da Sibéria (ambos na Rússia) e no Mar de Beaufort (nas costas do Canadá e Alasca). Aqui, o recuo ultrapassa os oito metros por ano.


Segundo explica o Alfred Wegener Institute, que participou nos estudos, dois terços da costa do Árctico são apenas permafrost, ou seja, solo permanentemente gelado, sem rocha. “Estas costas estão a ser muito atingidas pela erosão”, notam os cientistas, em comunicado. “Até agora têm sido protegidas por grandes placas de gelo na superfície do mar da força das ondas. Mas com o declínio contínuo desse gelo, esta protecção está em risco, alterando uma situação que se manteve estável durante milénios”, notam os cientistas alemães.

O recuo da linha litoral tem implicações para as populações que aí vivem, para os animais e para as reservas de água doce. 

O estudo da zona costeira do Árctico demorou uma década a ser feito. “Quando começámos a recolher dados de forma sistemática, em 2000, apenas estava disponível informação detalhada para 0,5 por cento da costa do Árctico”, lembrou Hugues Lantuit, do Alfred Wegener Institute. Finalmente, “temos uma visão completa do estado e das ameaças a estas áreas”, acrescentou o especialista.

Público
A MINHA REFLEXÃO:
O Nosso Planeta esta a sofrer graves problemas, como o degelo no Artico, que esta a ser provocado pelo aquecimento Global. Assim, pode-se considerar que o planeta esta a sofrer uma transgressão marinha , devido a má gestão dos recursos que faz com que as temperaturas da Terra aumentem. É possível notar de ano para ano que metros e metros de gelo estão a desaparecer e tornando-se um grave problema para o nosso planeta. Alem deste problema, o degelo esta a incitar uma subida do nível médio das águas do mar invadindo as regiões costeiras e pondo em perigo os ecossistemas.